O que aconteceu
Em 24/09/2026, realizamos o voo internacional ***** (Roma a Guarulhos), sob a reserva *****. Investimos alto na companhia (passagens, milhas em executiva na ida e assentos LATAM+ na volta), mas fomos submetidos a uma situação de extrema insalubridade e degradação.
A aeronave decolou de Roma JÁ COM O LAVATÓRIO LATERAL INTERDITADO por pane.
Por conta disso, o nosso espaço LATAM+ (poltronas 23D e 23E) foi transformado em um corredor de passagem improvisado, sofrendo invasões de passageiros e chutes nas pernas.
Após duas horas de voo, o único lavatório remanescente à nossa frente entupiu e transbordou urina e dejetos humanos diretamente para o carpete sob os nossos pés.
A tripulação tentou desentupir sem sucesso e apenas lacrou a porta com adesivo.
Durante as 10 horas restantes, enfrentamos turbulências que faziam o líquido contaminado verter repetidamente, exalando um odor insuportável de esgoto em cabine pressurizada.
Viajamos 10 horas com panos no rosto e as pernas erguidas na parede divisória.
Para piorar, a tela do monitor da poltrona 23E permaneceu quebrada e travada em tela brilhante o voo todo.
A Chefe de Cabine Dani Rodrigues admitiu a falha hidráulica compartilhada e registrou o caso no Diário de Bordo.
No pós-venda, após descumprirem o prazo de 7 dias prometido pelo setor jurídico nos protocolos ***** e *****, encerraram o chat unilateralmente.
Exigência: O caso já foi formalizado e robustecido nos órgãos competentes. Exigimos o ressarcimento em dos valores materiais e indenização por danos morais.
Protocolos oficiais abertos:
Procon-SP / Consumidor.gov.br: *****
ANVISA (Denúncia Sanitária): *****
ANAC (Segurança Operacional): *****