O que aconteceu
Desde março/2026 pedimos à Starian (Sienge) algo simples: reduzir 1 acesso simultâneo (de 6 para 5), redistribuir o faturamento entre os CNPJs do nosso grupo e atualizar os e-mails de envio dos boletos.
Em 29/07, a própria Starian confirmou por escrito a redução de R$ 865,00/mês e que a mensalidade de agosto (venc. setembro) seria a última cobrada em valor integral. Pediu nossos dados até 31/07; enviamos em 03/08 e ela confirmou o recebimento.
Desde então, o processo trava sempre do mesmo jeito: a cada contato, a Starian aponta um "débito em aberto" e condiciona a continuidade à quitação. Pagamos, ela não conclui, vence a próxima fatura e o ciclo recomeça. Chegou a cobrar débito de outra empresa, vinculada por erro ao nosso cadastro. Em 19/08 ainda pediu mais 30 dias.
Sem saída, em 15/09/2026 enviamos notificação extrajudicial. A Starian só confirmou o recebimento em 17/09, dizendo que o jurídico daria retorno. Até agora, nada. Seguimos pagando o valor cheio que ela mesma reconheceu que já deveria ter sido reduzido.
Estamos indignados e decepcionados. São 6 meses de descaso para um pedido que qualquer cliente deveria resolver em dias. Fica a clara impressão de que a demora é estratégica, para manter a cobrança integral o maior tempo possível.
Exigimos: redução imediata do acesso, com efeito retroativo a agosto/2026 e devolução do que foi cobrado a mais; redistribuição do faturamento e atualização dos e-mails. É só isso. Não entendemos qual é a dificuldade.